quarta-feira, 18 de maio de 2016

O país e a cultura

 Olá a todos, hoje venho aqui para fazer um texto de opinião, sobre um tema que está em evidência no país, a extinção do ministério da Cultura, que voltou a ser uma secretaria do ministério de Educação. Ele não foi o único extinto, entre eles estão o ministério das comunicações, da igualdade racial, mulheres e dos direitos humanos, além da controladoria Geral da união, mas isto não é o tema deste texto.

 Com o desfazer do MinC (Ministério da Cultura) observei diversas pessoas comemorando o "fim da lei Rouanet", a lei que só dava "mamata para 6 ou 7" e que "alimentava vagabundo", isto veio de pessoas que considero esclarecidas e inteligentes... 

Agora vai a minha opinião, quem comemorou este fato considera a Cultura algo supérfluo.

Primeiro uma história que me  foi contada a 15 anos atrás, por uma professora do Cefet. Na ocasião nós estávamos perguntando porque a Cefet tinha um ônibus tão antigo, a resposta da professora foi: 
Todas as áreas têm uma verba específica e a nossa legislação não permite que se, porventura, sobrar algum dinheiro em determinada área que ela seja remanejada para outra, ou seja, no caso do ônibus eles mandavam uma verba que equivaleria à décima parte do custo de um ônibus, como a instituição não conseguia comprar o veículo ela tinha que devolver a verba, sem poder utilizar em nenhuma outra área. 
Traduzindo para a nossa realidade atual, a verba que está sancionada para a cultura tem que ser usada em cultura, eles não vão transferi-la para nenhuma outra área. Eles não podem fazer isso, a não ser que mudem a legislação.
 Mas então pode-se falar "Que se mude a legislação!" Ok, então, novamente, Cultura não importa?! 
Nunca vi estas mesmas pessoas reclamarem dos subsídios do governo aos agronegócios e exportadores. 
Mas podem alegar: Eles produzem alimento, que é essencial, não adianta cultura se não tivermos alimentos! Digo novamente EXPORTADORES, o que eles produzem não vem para a nossa mesa, servem ao mercado EXTERIOR.
Então pode-se trazer a tona o fato do agronegócio gerar muitos empregos. Tudo bem, a cultura não gera emprego também, não? Veja quantas pessoas trabalham em um show, quantas pessoas trabalham em uma editora, em uma galeria de arte, em uma cooperativa de artesanato, em um teatro, em um estúdio de cinema! 

Para estas pessoas que, pela reação ao fato, que acham a cultura dispensável eu proponho o seguinte desafio fiquem os próximos dois anos sem:

Ouvir qualquer tipo de música
Ler qualquer livro
Assistir a qualquer peça de teatro ou filme no cinema
Sem assistir televisão
Ir a QUALQUER LUGAR que tenha música ao vivo
Ir a qualquer museu

Afinal segundo o senso comum, 
artista é tudo vagabundo desocupado em busca de mamata mesmo...

P.S. - Se formos falar de corrupção então vai ter que acabar o país inteiro.

Até...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A importância do comando "Consolidate"



Esta é uma republicação do blog do meu estúdio (ouvidoempe.blogspot.com.br)



Atualmente a grande maioria das pessoas que trabalham com o mundo do áudio tem seu equipamento de home studio. Nesse panorama é cada vez mais comum trabalhar-se em vários ambientes diferentes, por isso devemos tomar certas preucações quando formos mandar um trabalho para outro estúdio.



Primeiro devemos checar qual a plataforma que é usada nesse outro estúdio, pois mesmo com a "normatização" do pro tools para trabalhos profissionais muitas pessoas trabalham em programas diferentes como o Cubase ou o Logic.


Segundo, se o programa for o mesmo, no nosso caso o pro tools, devemos verificar qual a versão deste, pois se for uma versão mais antiga devemos gravar uma cópia compatível com esta (Caso o programa não seja o mesmo devemos fazer um procedimento diferente e entregar os arquivos em áudio já que o arquivo de sessão não será compatível).

É aqui que entra o comando "consolidate" (atalho: Command + shift + 3 [mac] ou control + shift + 3 [windows]). Este comando funde as regiões selecionadas em uma grande região. Selecionando todos os canais, do início da sessão até o final da música, e utilizando esta ferramenta, transformamos todos os pedaços editados (regions) no canal em um único arquivo, e ainda teremos um ponto inicial de referência geral, podendo asim sincronizar todas as faixas quando as importarmos para qualquer programa de áudio . Basta colocar todas as faixas começando no ponto zero da sessão.

Exemplo:










Primeiro temos a Sessão com todos os tracks editados. 


Obs: Lembrando que quando os arquivos são salvos em um programa de gravação de áudio é o arquivo de sessão que define a posição das regiões em relação ao tempo. Com isso ao mudarmos de programa perdemos essa organização, pois o arquivo de sessão não será compatível ao outro programa.





Selecionamos da região mais perto do zero a faixa mais afastada,
pegando assim a música em sua totalidade 









Vamos ao menu "FILE" e selecionamos o comando "CONSOLIDATE"
Atalho = "Control" + "Shift" + "3" 









Então todos os arquivos ficarão com o mesmo tamanho
e poderão ser colocados em outro programa sem
problemas de sincronização 





Até!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Pro tools Básico



Esta é uma republicação do site do meu estúdio (ouvidoempe.blogspot.com.br)
Na postagem de hoje vamos mostrar as telas iniciais do pro tools:









Primeiro de tudo Ao abrir o programa selecionamos para criar uma nova sessão através do caminho:








Menu "File" > "New session" 






a seguinte tela aperecerá: 











Tela de configuração de uma nova sessão no Pro tools 






Nesta tela escolheremos:







O tipo de arquivo em que as gravações serão armazenadas - Que são WAV (padrão mais comum), AIFF (mais usado em Mac) e SDII ( formato antigo do pro tools) 
O Bit Depht - Podemos escolher entre 16 bits (padrão de CD) e 24 Bits (melhor qualidade, mas faz necessária a conversão para 16 ao final da produção para se compatibilizar com a mídia CD. 
O Sample Rate - podemos escolher entre 44,1 Khz (Padrão de CD) e 48 Khz (Novamente o caso de melhor qualidade, mas com necessidade de conversão ao término do processo. 
IO settings - Escolha do caminho que o sinal irá fazer dentro do programa, já vem configurado de fábrica seguindo a lógica (Entra no canal 1, sai no canal 1...) 









Após isso entrará a tela para se escolher o local para salvar:











Tela de escolha do local de salvamento 



Ai então a sessão será aberta. Dentro da sessão teremos 2 janelas a edit windows, aonde aparecerão as regiões gravadas e a mix windows onde os canais aparecem como em uma mesa de som.











Edit Window 










Mix Window 



Para trocar a visalização entre as duas janelas podemos usar o atalho: Command(mac)/control(windows) + "="






Durante o processo de gravação e de edição trabalhamos grande parte do tempo na EDIT WINDOW, enquanto utilizamos a MIX WINDOW para o trabalho de mixagem.






Até

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Falando Sobre Afinações - Cordas

Olá, 
Nesta postagem vou colocar as afinações padrão de alguns dos instrumentos de cordas mais usados na nossa música atualmente, sempre lembrando que contamos as cordas do agudo para o grave.












Guitarra de 6 cordas:

1 - MI 
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI










Guitarra de 7 cordas:

1 - MI 
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI
7 - SI












Guitarra de 8 Cordas:

1 - MI 
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI
7 - SI
8 - FÁ#












Guitarra de 9 Cordas:

1 - MI 
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI
7 - SI
8 - FÁ#
9 - DÓ#










Guitarra de 12 cordas:
(São 6 cordas duplas)


1/2 - MI/MI 
3/4 - SI/SI
5/6 - SOL/SOL
7/8 - RÉ/RÉ (oitava abaixo)
9/10 - LÁ/LÁ (oitava abaixo)
11/12 - MI/MI (oitava abaixo)









Baixo Elétrico de 4 cordas

1 - SOL
2 - RÉ
3 - LÁ
4 - MI










Baixo elétrico de 5 cordas

1 - SOL
2 - RÉ
3 - LÁ
4 - MI
5 - SI









Baixo elétrico de 6 cordas

1 - DÓ
2 - SOL
3 - RÉ
4 - LÁ
5 - MI
6 - SI











Violão de 6 cordas 

1 - MI
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI











Violão de 7 cordas

1 - MI
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ
5 - LÁ
6 - MI
7 - DÓ











Violão de 12 cordas
(São 6 cordas duplas)


1/2 - MI/MI 
3/4 - SI/SI
5/6 - SOL/SOL
7/8 - RÉ/RÉ (oitava abaixo)
9/10 - LÁ/LÁ (oitava abaixo)
11/12 - MI/MI (oitava abaixo)








Bandolim
(4 cordas duplas)

1/2 - MI/MI
3/4 - LÁ/LÁ
5/6 - RÉ/RÉ
7/8 - SOL/SOL








Cavaquinho

1 - RÉ
2 - SI
3 - SOL
4 - RÉ


Estes são os instrumentos de hoje, caso tenha alguma dúvida, sugestão ou correção, pode colocar nos comentários.

Até

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Música...

   Afinal de contas o que é a música? É arte? É um ofício? É uma ciência? Ou é tudo isto? Qual a função da música para o mundo e a sociedade? Como seria o mundo sem a música? Animais fazem música? Ou este é um conceito apenas Humano? Estas perguntas sempre vem a minha cabeça quando paro para pensar sobre esta minha companheira.
  Qual é o nosso papel como transmissores desta entidade? Quais são os nossos deveres e responsabilidades? Como podemos mudar o mundo através da música? Este é um texto com mais perguntas do que respostas... O que eu posso afirmar é que a música é uma força que move as pessoas e desperta as mais diversas emoções.
  Em um cenário onde cada vez menos a música tem importância, mesmo no meio do entretenimento (vide os organizadores do Rock in Rio, que declararam que pelo menos 60% do público do festival vai pela experiência - leia-se ir para tirolesa, montanha russa, roda gigante,... - ou seja, de cada 10 pessoas apenas 4 se interessam pela música, isto em um Festival de música!) nós escolhemos a missão de transmiti-la por meio do ensino ou por meio da execução. É uma tarefa ingrata e com diversos percalços, mas percorrer o caminho em companhia da música deixa tudo muito mais agradável.
  Esta postagem foi inspirada pelas datas comemorativas relacionadas a música nesta época:

20 de Setembro  - Dia do Baterista
27 de Setembro  - Dia do Cantor
01 de Outubro  - Dia mundial da Música
07 de Outubro  - Dia do Compositor Brasileiro 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Vídeo - Versão de "O Ovo" (Hermeto Pascoal)


  Olá a todos, volto a postar material aqui, após um longo período. Para atualizar: Este foi um vídeo gravado para homenagear o dia do Rock (dia 13 de Julho).


  Para não perder o costume...

  Apesar de ser chamado de "dia mundial do rock" ele é comemorado apenas aqui no Brasil. Ele foi instituído na década de 90 por duas rádios de Rock paulistanas, que começaram a mencionar a data em sua programação utilizando este nome. A data foi escolhida por ter sido a data que, em 1985, foi realizado o LIVE AID, um show simultâneo na Inglaterra e nos Estados Unidos, que reuniu grandes nomes do rock e cujo o objetivo era mostrar ao mundo o problema da fome no continente Africano, tendo conseguido arrecadar entre 40 e 50 milhões de libras.

  Outro fatos interessante para o mundo do Rock, 20 anos depois do LIVE AID, o mesmo organizador fez o LIVE 8, que foi realizado em dois dias (2 e 6 de julho de 2005) e teve como objetivo, além de comemorar os 20 anos do LIVE AID, pedir aos países do G8 que perdoassem as dívidas externas dos países mais pobres do mundo e que se criassem regras comerciais internacionais mais justas. Neste evento foi a última vez em que o Pink Floyd se apresentou junto de Roger Waters, após mais de 20 anos de separação.

  Abaixo segue o link da entrevista do Criador dos eventos LIVE AID e LIVE 8, Bob Geldof:


  Nos Estados Unidos eles comemoram o dia do rock em uma outra data, dia 9 de julho, uma homenagem ao programa AMERICAN BANDASTAND, que popularizou o Rock and Roll no país e teve sua estréia nesta data.

  Bem isto é tudo por hoje. Assistam o vídeo, e digam o que acharam nos comentários (daqui, do youtubu, do facebook, do twitter, da onde você achar melhor...)

Até!

domingo, 24 de maio de 2015

Ufc - Weidman x Belfort e os Brasileiros

   Hoje ocorreu a disputa de cinturão entre o Chris Weidman e o Vitor Belfort. E a vitória foi do Weidman, após ele levar o Belfort para o chão, ficar por cima e castiga-lo até o juiz terminar a luta. E o que isto tem a ver com este blog? Bem vamos lá...
   Desde pequeno, mesmo antes de começar a aprender música, sempre fui fã de filmes de Kung fu, apesar de nunca ter levado nenhuma arte marcial a sério nos momentos em que pratiquei alguma, sempre fui bastante interessado nelas. Quanto ao UFC eu cheguei a assistir os primeiros em VHS quando ainda eram apenas combates entre artes marciais para ver qual era a mais eficiente. Nestes primeiros eventos, onde todas as lutas aconteciam em apenas uma noite, fazendo com que o campeão chegasse a lutar 3 vezes em uma noite em lutas que podiam demorar muito mais do que as de hoje. Neste período o Jiu Jistu brasileiro foi extrememante dominante (o que era o principal objetivo do idealizador do evento), então os lutadores brasileiros foram alçados aos postos de melhores do mundo. Depois destes primeiros eventos eu parei de acompanhar o UFC e voltei a acompanhar um pouco mais após a luta entre Anderson Silva e Demian Maia.
   Dentre as artes marciais eu nunca me interessei muito nas em que o foco principal é a queda e o trabalho de chão, portanto o jiu jitsu nunca me instigou a estuda-lo. Falo isso para deixar claro que o posionamento que darei aqui será de um leigo na referida arte.
   Vitor belfort, um veterano do evento, e um faixa preta no jiu jistu brasileiro a um longo tempo, ou seja um brasileiro que teoricamente dominou (faixa preta) uma arte brasileira (Jiu Jitsu brasileiro[JJB]).
   Chris Weidman, 7 anos mais novo do que o Belfort, quando o belfort foi o mais novo campeão do UFC aos 19 anos ele ainda estava na puberdade. Nesta época o Vitor já era faixa preta em JJB, conseguida sob a tutela de um dos membros da Família Gracie, a criadora do estilo. O Weidman veio do wrestlng e pegou a sua faixa preta apenas a pouco tempo (também com um mestre da família Gracie). E a luta foi decidida no chão, quando o Belfort não conseguiu defender a queda, após castigar o Weidman com alguns golpes certeiros, inclusive fazendo o campeão sangrar. No chão ele não conseguiu sair da guarda do Weidman e sofreu com o Ground and pound (quando um lutador que está por cima, na guarda, desfere potentes socos ou cotoveladas no adversário no chão).
  O Belfort foi considerado dominador da arte suave [JJB] pelo menos 20 anos antes do Weidman, pelos mesmos mestres, ele teve duas décadas a mais para aperfeiçoar a técnica e mesmo assim caiu em um campo onde teoricamente ele teria mais domínio.
   Aonde quero chegar com isto? O costume que temos no Brasil de "fazermos a fama e deitaramos na cama" O JJB foi arrasador no início porque era desconhecido dos praticantes de outras artes marciasa, portanto não existiam técnicas de defesa para ele. Quando os eventos se tornaram MMA (Mixed martial arts - artes marciais mistas) todos começaram a treinar não apenas uma, mas várias artes e sempre entre as artes treinadas estava lá o JJB, ou seja passou de surpresa para padrão, enquanto isso os lutadores brasileiros sempre com a fama de grandes mestres nesta arte. Mas um problema que temos em nossa cultura é o nosso costume de ser aperfeiçoar constantemente é praticamente zero. Ou seja os lutadores continuaram se vangloriando da fama, mas cada vez mas são ultrapassados por lutadores de outras nacionalidades, que estudaram os Brasileiros e se preparam seriamente para enfrenta-los.
   Nós Brasileiros temos o péssimo hábito de quando chegamos no topo achar que a fama vai nos manter por cima, ou as vezes simplesmente gostamos de ter, e manter, a fama, mesmo que ela seja injusta. E neste comportamento errôneo deixamos de lado dois fatores importantes em qualquer área da vida: Planejamento e estratégia. 
   Após a luta relâmpago a impressão foi de que o Weidman se preparou estudando o Vitor, descobrindo o seus pontos fracos e montando estratégias de luta. Enquanfo o Belfort fez um planejamento baseando-se em seus pontos fortes e ignorando a possibilidade de cenários negativos, ou seja ele até chegou a realizar um planejamento, mas este seria superficial, contando que tudo daria certo e o seu plano "A" seria contundente, daí a não necessidade de outras estratégias.
   Agora vem o porquê eu achar que isto tem relação com a música. Na música também temos a fama de termos (alguns dos) melhores músicos do mundo. O problema é que muitos músicos que alcançaram grandes conceitos parecem que decidiram que ali já estava bom, que sua fama iria sustent-los, e parece que pararam no tempo, decidiram que não era mais necessário estudas e se aperfeiçoar. 
   Poucas semanas atrás o guitarrista Kiko Loureiro foi anunciado como o novo guitarrista do Megadeth, uma das maiores bandas de metal do mundo, e com isso voltou um pouco da aura de que  os Brasileiros são os melhores e blá blá blá... Acontece que se você for estudar a história do Kiko Loureiro ele tem um perfil que em nada se parece com de um Brasileiro. Lá fora os Brasileiros são conhecidos por sua criatividade e espontaneidade, mas também pelo seu "apreço" pelo atraso e descompromisso... O Loureiro foi um cara que sempre procurou continuar se aperfeiçoando, mesmo estando em uma posição onde a maioria se daria por satisfeita e decidiria estar no ápice, sendo desnecessário o aprimoramento, uma condição que inexiste, principalmente no campo da música.
   Agora com o Kiko no Megadeth também surgiu a onda de que o mundo vai reconhecer os grandes talentos nacionais e que temos "os melhores músicos do mundo".  Só que temos que parar de querer a fama, mas não trabalhar para mantê-la. Alguns dos melhores músicos do mundo estão aqui no Brasil, na Argentina, nos Estados Unidos, no Canadá, no México, na Jamaica, no Reino Unido, na França, no Japão, na Coréia do Sul,... Já deu para entender né? O que vai nos fazer estar entre os melhores não é um fator mágico que temos por sermos Brasileiros, mas sim nosso esforço, foco, presistência e resiliência. Temos que aprender a planejar e criar estratégias para as mais adversas situações, ao contrário do que pensamos aqui isso não poda a criatividade, mas abre espaço para ela ser utilizada em mais áreas e situações.

Até!